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Fifa tem mais membros que a ONU: Entenda quais territórios fazem parte da entidade máxima do futebol e não são países reconhecidos mundialmente

Um clube maior que o diplomático

Em um cenário surpreendente, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) ostenta um número de países-membros superior ao da Organização das Nações Unidas (ONU). Enquanto a ONU conta com 193 estados-membros (e mais dois com reconhecimento parcial), a Fifa expande seus horizontes com 211 associações filiadas. Essa discrepância levanta questões sobre a definição de ‘país’ e a representatividade no cenário global.

Territórios com voz no futebol, mas não na diplomacia

A diferença no número de membros se explica pela inclusão, na Fifa, de territórios que possuem autonomia esportiva, mas não são reconhecidos como estados soberanos pela comunidade internacional. Exemplos notórios incluem Gibraltar e as Ilhas Faroe, que competem internacionalmente no futebol, mas não figuram como membros plenos na ONU. Essa peculiaridade demonstra a capacidade do esporte de unir e dar visibilidade a entidades que transcendem as fronteiras diplomáticas tradicionais.

Da política ao gramado: as divergências de listas

A lista de associados da Fifa diverge significativamente da relação de países membros das Nações Unidas. Essa divergência abre espaço para a participação de seleções que representam nações em processo de reconhecimento, regiões com autonomia política ou até mesmo dependências que desenvolvem suas próprias equipes. A entidade máxima do futebol, portanto, adota um critério mais amplo de associação, focado na organização e desenvolvimento do esporte em escala global, independente do status diplomático.

O poder de unir além das fronteiras

A presença de mais membros na Fifa do que na ONU sublinha o alcance universal do futebol. A paixão pelo esporte e a estrutura organizacional da federação permitem que uma gama maior de entidades territoriais tenha sua representatividade garantida em competições internacionais. Isso não apenas fomenta o desenvolvimento do futebol em diferentes regiões, mas também cria uma plataforma para que essas entidades ganhem visibilidade e fortaleçam sua identidade cultural e esportiva no palco mundial.

Fonte: super.abril.com.br

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