A Surpresa Grega no Pódio Global
Em um cenário gastronômico onde o sabor territorial e a memória afetiva são pilares, o TasteAtlas, um renomado atlas gastronômico digital, apresentou um ranking que gerou burburinho: a Graviera de Naxou, um queijo grego, foi eleita o melhor queijo do mundo. A lista, baseada em avaliações de milhões de usuários globais, prioriza a experiência culinária real, refletindo o gosto contemporâneo que valoriza a autenticidade e a capacidade de emocionar.
Itália Forte no Ranking, Mas com Nova Liderança
Apesar da ascensão do queijo grego, a Itália demonstra sua força no universo dos queijos, com o icônico Parmigiano Reggiano ocupando a segunda posição. Este queijo de massa dura, símbolo da excelência italiana, é celebrado por seu perfil aromático complexo e sua produção artesanal centenária. Outras joias italianas como a Mozzarella di Bufala Campana DOP e a Burrata também marcam presença no top 10, consolidando o país como uma potência na produção de laticínios de alta qualidade.
Diversidade Europeia: Portugal e Grécia em Destaque
O pódio se completa com o Queijo de Azeitão, uma especialidade portuguesa que encanta pela sua cremosidade e sabor intenso. Portugal também figura no ranking com o Queijo Serra da Estrela. A Grécia, além da líder Graviera de Naxou, emplaca mais dois representantes: a Graviera de Creta, em quinto lugar, e o Kefalograviera, fechando a lista dos dez melhores. Essa diversidade reflete a riqueza e a variedade de tradições queijeiras ao redor do continente europeu.
O Que Torna um Queijo o Melhor do Mundo?
O TasteAtlas, ao contrário de premiações acadêmicas, foca em avaliações de consumidores que vivenciam e compartilham suas experiências. A Graviera de Naxou, produzida na ilha de Naxos com leite de vaca (ou misturas de ovelha e cabra), conquistou o público por sua textura firme, sabor equilibrado, levemente adocicado e sua versatilidade. A capacidade de um queijo em se conectar com as pessoas, evocando memórias e proporcionando prazer, parece ser o fator decisivo na era da gastronomia como vivência e identidade.
Fonte: jornalitalia.com


