Espanha lidera prognósticos de vitória no Mundial 2026, segundo simulações
A corrida pelo título do Mundial 2026 já começou nos laboratórios de análise e nas mentes de ex-jogadores. Um supercomputador da Opta realizou 25.000 simulações para prever os possíveis desfechos do torneio, apontando a Espanha como a principal favorita, com 16,1% de chances de erguer a taça. A análise, que considera um vasto leque de dados e estatísticas, coloca a seleção espanhola à frente de outras potências tradicionais.
França, Inglaterra e Argentina seguem de perto na disputa
Logo atrás da Espanha, aparecem seleções com histórico vitorioso no torneio. A França, atual campeã e com 13% de probabilidade de repetir o feito, e a Inglaterra, com 11,2%, são fortes candidatas. A Argentina, atual detentora do título e campeã em 2022, surge com 10,4% de chances, um percentual que, para muitos, subestima a força da Albiceleste liderada por Lionel Messi.
América do Sul forte candidata, mas com jejum a quebrar
Além da Argentina, o Brasil, maior campeão da história com cinco títulos, também figura entre as seleções com boas chances, embora seu último triunfo tenha sido em 2002. Sob o comando do experiente Carlo Ancelotti, o Brasil tentará encerrar esse longo jejum. O Uruguai, bicampeão mundial, completa o trio sul-americano de peso, mas com menos expectativas de chegar ao título em comparação aos seus rivais continentais.
Surpresas e azarões: O Mundial pode ter um campeão inédito?
Um dado intrigante das simulações da Opta é que 35,9% das vezes o título é conquistado por uma seleção que nunca levantou a taça. Nesse cenário, Portugal surge como a quinta favorita, com 7% de probabilidade. Outras seleções como Holanda, Noruega e Bélgica também aparecem com chances, embora menores, de surpreender. Na outra ponta da tabela, seleções como República Democrática do Congo, Qatar, Cabo Verde e Haiti têm 0% de chances de vitória, segundo o supercomputador.
Expectativas de ex-jogadores divergem da previsão fria dos números
Enquanto o supercomputador da Opta foca em probabilidades matemáticas, antigas estrelas do futebol expressam suas opiniões de forma mais subjetiva. Um campeão do mundo francês em 1998 e um zagueiro italiano que marcou na final de 2006, por exemplo, demonstraram suas expectativas. Essas visões, muitas vezes influenciadas pela paixão e pela experiência em campo, adicionam uma camada humana à análise, contrastando com a frieza dos dados estatísticos.
Fonte: pt.euronews.com
