Capital Ucraniana Sob Fogo Novamente
Kiev, a capital da Ucrânia, foi novamente alvo de um ataque russo na noite de [data do ataque, se disponível], resultando em pelo menos uma morte e diversos danos materiais. Um edifício escolar no distrito de Shevchenko foi atingido, com pessoas abrigadas em seu interior no momento do impacto, conforme relatado pelo presidente da câmara, Vitalii Klitschko. Supermercados e armazéns em diferentes partes da cidade também sofreram avarias significativas.
Alerta sobre Mísseis Hipersônicos Oreshnik
O ataque ocorreu em um contexto de crescente apreensão por parte da Ucrânia. O presidente Volodymyr Zelenskyy havia alertado sobre informações de inteligência que indicavam que a Rússia estaria se preparando para um ataque com o míssil balístico hipersónico Oreshnik. Este míssil, que em russo significa “avelaneira”, foi utilizado pela primeira vez contra a cidade ucraniana de Dnipro em novembro de 2024 e novamente em janeiro na região de Lviv. O presidente russo Vladimir Putin descreveu o Oreshnik como uma arma capaz de atingir dez vezes a velocidade do som e de penetrar bunkers subterrâneos profundos, comparando sua velocidade à de um “meteoro” e afirmando sua imunidade aos sistemas de defesa antimísseis atuais.
Guerra de Informação e Retaliações
A Rússia havia anteriormente advertido a Ucrânia sobre um “castigo inevitável e severo” em resposta a um suposto ataque ucraniano a uma residência universitária em Starobilsk, cidade ocupada pela Rússia no leste da Ucrânia, que Moscou alega ter causado 18 mortos. A Ucrânia, por sua vez, negou ter visado civis, afirmando que o alvo foi uma unidade russa de drones. Este episódio reflete a complexa guerra de informação que acompanha o conflito, com ambos os lados apresentando narrativas conflitantes sobre os eventos.
Ofensiva Russa Contínua e Esforços Diplomáticos Arrefecidos
Desde o início da ofensiva em grande escala em 2022, Moscou tem intensificado ataques massivos com mísseis e drones contra a Ucrânia, frequentemente atingindo infraestruturas civis e causando vítimas. Paralelamente, os esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos para mediar o fim do conflito, que já ultrapassa quatro anos, têm apresentado um ritmo mais lento nos últimos meses, em parte devido ao redirecionamento da atenção de Washington para o conflito no Oriente Médio.
Fonte: pt.euronews.com
