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Soldados russos são metodicamente assassinados pelos próprios comandantes

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"title": "Comandantes Russos Executam Seus Próprios Soldados em Fugas e 'Missões Suicidas' na Guerra da Ucrânia, Revelam BBC e The Guardian",
"subtitle": "Relatos chocantes de recrutas de regiões remotas expõem execuções sumárias, torturas e táticas brutais como as 'tempestades de carne' impostas na linha de frente.",
"content_html": "<p>Novos e perturbadores relatos da BBC e do jornal The Guardian expõem uma faceta sombria e brutal da guerra entre Rússia e Ucrânia: soldados russos estão sendo metodicamente assassinados pelos próprios comandantes. As denúncias descrevem execuções sumárias, torturas e a imposição de “missões suicidas” a recrutas, muitos deles oriundos de regiões remotas do país.</p><h3>Táticas Brutais e Execuções Sumárias</h3><p>A guerra, que já se arrasta por mais de dois anos, agora ganha contornos ainda mais desumanos com a revelação de que soldados rasos russos, muitas vezes desarmados ou mal nutridos, são forçados a enfrentar as tropas ucranianas. A resistência e a tentativa de fuga desses militares tornaram-se frequentes, mas a consequência é severa: são capturados e executados imediatamente por seus superiores. Essa tática é descrita como um “velho estilo Putin de governar”, onde opositores políticos de alto escalão podem enfrentar envenenamento, enquanto jovens recrutas são tratados como "bucha de canhão" e executados.</p><p>A maioria desses soldados é recrutada em áreas distantes dos grandes centros urbanos como Moscou e São Petersburgo (Leningrado), tornando-os ainda mais vulneráveis e sem voz perante a opinião pública. São, segundo os relatos, atirados à morte sem qualquer hesitação ou escrúpulo por parte do comando militar.</p><h3>Testemunhos Chocantes de Sobreviventes</h3><p>A BBC colheu depoimentos de vários soldados que presenciaram as execuções. “Quem foge é baleado”, contou um deles, descrevendo como comandantes ordenavam a morte de companheiros de tropa à vista de todo o regimento. “Eu os conhecia”, disse outro entrevistado, lembrando-se de um soldado executado que gritava “não atire, eu faço qualquer coisa!”.</p><p>Outro relato perturbador detalha a descoberta de 20 corpos de companheiros em um poço, após terem sido “zerados” por camaradas. O termo “zero” ou “zerar” é uma gíria militar russa para a execução de membros da própria tropa, evidenciando a crueldade interna do conflito.</p><h3>Missões Suicidas e o Termo 'Tempestades de Carne'</h3><p>O documentário “The Zero Line: Inside Russia’s War” aprofunda essas denúncias, apresentando testemunhos detalhados de homens que foram torturados por se recusarem a participar de ataques. Esses ataques são descritos pelos próprios soldados como “quase missões suicidas” e são conhecidos entre as tropas russas como “tempestades de carne”, um termo que ilustra a estratégia de enviar ondas de soldados para o combate, independentemente das perdas.</p><p>A gravidade dessas revelações foi destacada pela professora Marília Fiorillo em sua coluna “Conflito e Diálogo”, na Rádio USP, reforçando a necessidade de atenção internacional para as atrocidades cometidas dentro das próprias fileiras do exército russo.</p>"
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Fonte: jornal.usp.br

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