Pesquisadora da USP, Virginia Picanço e Castro, Conquista Prêmio Internacional por Liderança e Impacto em Terapias Celulares e Gênicas em Mercados Emergentes como o Brasil

A pesquisadora Virginia Picanço e Castro, do Centro de Terapia Celular (CTC), um Cepix USP, e do Hemocentro de Ribeirão Preto, foi honrada com o prestigioso Trailblazer Award for Emerging Markets 2026. A distinção, concedida pela International Society for Cell & Gene Therapy (ISCT), foi entregue durante uma cerimônia em Dublin, Irlanda, no dia 6 de maio, reconhecendo o impacto significativo de seu trabalho no avanço das terapias avançadas em países emergentes.

Reconhecimento à Liderança em Terapias Avançadas

O Trailblazer Award é um prêmio que destaca profissionais de países emergentes que demonstram notável liderança e influência no progresso das terapias celulares e gênicas em suas regiões. Virginia Picanço e Castro, que também atua como vice-presidente da América do Sul e Central da ISCT e coordenadora técnico-científica do Hemocentro, é reconhecida por sua atuação estratégica no fortalecimento desse campo da medicina. Sua contribuição abrange o desenvolvimento científico, a formação de recursos humanos qualificados e a ampliação do acesso a tecnologias de saúde avançadas.

Impacto Global e a Missão da ISCT

A International Society for Cell & Gene Therapy, fundada em 1992, é uma entidade global com mais de 4 mil membros em 60 países, dedicada a promover a pesquisa e a inovação. A ISCT conecta a academia, órgãos reguladores e a indústria, estimulando a incorporação de terapias celulares e gênicas à prática clínica. Segundo a organização, a trajetória da pesquisadora Virginia Picanço e Castro reflete diretamente o compromisso da ISCT em transformar descobertas científicas em terapias seguras e eficazes para a população.

A direção do Hemocentro de Ribeirão Preto ressalta que este reconhecimento internacional não apenas celebra o trabalho individual da pesquisadora, mas também evidencia a crescente relevância da América Latina no cenário global das terapias celulares e gênicas. O prêmio projeta o alcance da produção científica brasileira, que, através de profissionais como Virginia, transcende fronteiras e contribui para o avanço da medicina em escala internacional.

Fonte: jornal.usp.br

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