A Universidade de São Paulo (USP) está redefinindo o papel de suas bibliotecas, buscando posicioná-las como espaços estratégicos de mediação cultural, produção e circulação do conhecimento, e um ponto de diálogo contínuo com a sociedade. Essa visão motivou um encontro entre gestores da instituição que resultou em planos para atuar de forma integrada, visando ampliar as ações de difusão cultural e o acesso público a vastos acervos físicos e digitais.
Colaboração Estratégica para o Futuro do Conhecimento
No último dia 5 de março, o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária, Amâncio Jorge de Oliveira, e o presidente da Agência de Bibliotecas e Coleções Digitais da USP (ABCD), Francisco Carlos Paletta, reuniram-se para explorar sinergias. O objetivo principal é fortalecer a colaboração em iniciativas que beneficiem tanto a universidade quanto a sociedade. Durante o encontro, a ABCD apresentou suas principais frentes de atuação, que incluem a gestão do conhecimento, a preservação digital, o acesso aberto à informação científica e a inovação em serviços de informação.
Foram também destacados os avanços em infraestruturas e tecnologias de digitalização e preservação de acervos bibliográficos e documentais, ferramentas essenciais para a valorização do rico patrimônio intelectual da USP.
Sinergia entre Cultura, Extensão e Bibliotecas
A agenda de discussões reforçou o alinhamento entre as ações da ABCD e as diretrizes da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU). Essa convergência sublinha o potencial das bibliotecas não apenas como repositórios, mas como plataformas vibrantes de inclusão cultural, formação cidadã e ampliação do acesso ao conhecimento científico e cultural gerado na USP. “Há uma forte sinergia entre as bibliotecas da USP e as iniciativas de cultura e extensão da Universidade”, afirmou o pró-reitor Amâncio Jorge de Oliveira, destacando a união de propósitos.
Bibliotecas: Agentes de Democratização e Patrimônio
O encontro reafirmou a missão multifacetada das bibliotecas da USP como agentes cruciais na democratização do conhecimento. Esse papel abrange a criação de espaços de cultura e pertencimento, a promoção irrestrita do acesso aberto ao saber científico, a preservação da memória institucional e do inestimável patrimônio documental da universidade. Além disso, as bibliotecas são vistas como promotoras do desenvolvimento de competências informacionais e culturais na sociedade, e como catalisadoras para a realização de projetos culturais, educativos e de extensão que integram de forma abrangente o ensino, a pesquisa, a cultura e a extensão universitária.
Fonte: jornal.usp.br
