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“Ombro congelado” pode limitar movimentos e causar dor intensa

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"title": "Ombro Congelado: Entenda a Capsulite Adesiva que Causa Dor Intensa e Limita Movimentos, com Foco na Recuperação",
"subtitle": "Condição inflamatória da articulação do ombro, mais comum em mulheres entre 40 e 60 anos, pode 'travar' o braço, mas o diagnóstico precoce e a fisioterapia são cruciais para a recuperação total.",
"content_html": "<h1>Ombro Congelado: Entenda a Capsulite Adesiva que Causa Dor Intensa e Limita Movimentos, com Foco na Recuperação</h1>n<h2>Condição inflamatória da articulação do ombro, mais comum em mulheres entre 40 e 60 anos, pode 'travar' o braço, mas o diagnóstico precoce e a fisioterapia são cruciais para a recuperação total.</h2>n<p>Você já ouviu falar em "ombro congelado"? O nome assusta, mas a condição, também conhecida como capsulite adesiva, é um problema mais comum do que parece. Trata-se de uma inflamação que afeta a cápsula da articulação do ombro, resultando em dor e, principalmente, em uma significativa perda de movimento.</p>n<p>O professor Eduardo Malavolta, ortopedista especializado em Cirurgia de Ombro e Cotovelo e chefe do grupo de ombro e cotovelo do Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do HCFMUSP, explica que a capsulite adesiva ocorre quando a cápsula que envolve a articulação inflama e se torna espessa, reduzindo o espaço necessário para os movimentos. Isso leva a um progressivo enrijecimento do ombro, que pode chegar a "travar", dificultando atividades simples do dia a dia, como levantar o braço, vestir uma roupa ou alcançar objetos.</p>nn<h3>Quem está em risco e quais são as causas?</h3>n<p>A boa notícia é que a doença não afeta crianças. O "ombro congelado" é mais frequente em pessoas entre 40 e 60 anos, especialmente mulheres. Malavolta aponta que fatores como diabetes, problemas na tireoide, imobilização prolongada do braço (após cirurgias ou fraturas) e outras doenças inflamatórias aumentam consideravelmente o risco de desenvolver a capsulite adesiva.</p>n<p>É importante ressaltar que a capsulite adesiva não é causada por esforço repetitivo, nem está diretamente ligada ao trabalho ou à prática esportiva. Embora as causas nem sempre sejam claras, o que se sabe até o momento é que a condição está frequentemente relacionada a doenças preexistentes, como diabetes, ou a causas hormonais.</p>nn<h3>Diagnóstico e Fases da Doença</h3>n<p>O diagnóstico do "ombro congelado" é essencialmente clínico e realizado em consultório. Uma simples radiografia pode ser solicitada para descartar outras condições que também limitam os movimentos do ombro, como lesões do manguito rotador, artrose ou tendinite. A capsulite adesiva se desenvolve em três fases, que progridem do início da dor até o enrijecimento máximo e, posteriormente, a fase de descongelamento.</p>nn<h3>Tratamento e a Importância da Recuperação</h3>n<p>O tratamento da capsulite adesiva varia de acordo com o estágio da doença. Geralmente, inclui fisioterapia, que é fundamental para recuperar os movimentos da articulação. Além disso, o uso de analgésicos e anti-inflamatórios é recomendado para controlar a dor. Em alguns casos específicos, podem ser indicadas infiltrações.</p>n<p>A melhor notícia é que, com o acompanhamento adequado, a maioria dos pacientes consegue recuperar a função completa do ombro, embora o processo possa levar vários meses. A chave para um bom prognóstico é o diagnóstico precoce. Portanto, se você sentir dor persistente ou dificuldade para movimentar o ombro, não hesite em procurar um profissional de saúde. Agir rapidamente faz toda a diferença na recuperação.</p>"
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Fonte: jornal.usp.br

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