Retido em Doha: Ameaça à presença no jogo da Champions
O presidente do Paris Saint-Germain (PSG), Nasser Al-Khelaïfi, enfrenta um sério risco de não comparecer ao jogo de ida das oitavas de final da Champions League contra o Chelsea, que acontece nesta quarta-feira. Segundo informações do jornal francês L’Équipe, o dirigente está retido em Doha, capital do Catar, devido à escalada do conflito no Oriente Médio e aos recentes bombardeios iranianos que atingiram a região. A instabilidade na segurança local tem sido a principal razão para sua permanência.
Ausência no treino e incertezas para a partida
Como consequência da situação, Al-Khelaïfi já desfalcou o treino da equipe parisiense realizado na terça-feira, véspera do importante confronto contra o Chelsea. A prioridade do mandatário do clube tem sido monitorar e lidar com a situação em seu país, o que torna sua presença no estádio para a partida de quarta-feira incerta. Embora exista a possibilidade de uma solução de última hora para sua viagem a Paris, as circunstâncias atuais levantam dúvidas significativas.
Catar retoma atividades esportivas em meio à instabilidade
Apesar das tensões regionais, a principal liga de futebol do Catar tem planos de retomada. A Liga das Estrelas do Catar (QSL) anunciou que as competições serão reiniciadas nesta semana, após uma suspensão nacional de atividades esportivas. A medida havia sido imposta em resposta às preocupações de segurança durante a campanha militar liderada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. As partidas estão programadas para quinta-feira (12) e sexta-feira (13).
Impacto dos ataques e adiamento de eventos
A paralisação das competições esportivas no Catar teve início em 1º de março, após ataques com mísseis e drones provenientes do Irã que levaram ao fechamento do espaço aéreo do país. Na época, a Associação de Futebol do Catar (QFA) informou que todos os eventos estavam adiados “até novo aviso”. A retomada agora ocorre em um cenário que, embora com partidas agendadas, ainda reflete a complexidade e a instabilidade da região.
Fonte: www.cnnbrasil.com.br
