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Quase 4 em 10 Cânceres São Evitáveis: OMS Revela Fatores Chave e Alerta para Prevenção

Alerta Global da OMS: Grande Parte dos Cânceres Pode Ser Evitada

Um estudo recente da Organização Mundial da Saúde (OMS) trouxe à tona um dado preocupante, mas com um raio de esperança: aproximadamente 38% de todos os casos de câncer diagnosticados globalmente em 2022, o que equivale a 7,1 milhões de pessoas, poderiam ter sido prevenidos. A pesquisa, que analisou 18,7 milhões de novos diagnósticos em 185 países, destaca que fatores de risco modificáveis são os grandes responsáveis por essa parcela evitável da doença.

Tabaco, Infecções e Álcool: Os Principais Fatores de Risco

O relatório identifica o consumo de tabaco como o principal fator de risco isolado, contribuindo para mais de 15% dos casos evitáveis. Em seguida, aparecem as infecções, responsáveis por cerca de 10%, e o consumo de álcool, com 3%. Juntos, esses três fatores, juntamente com outros 27 identificados – que incluem obesidade, exposição à radiação UV e poluição do ar –, mostram que muitas trajetórias de desenvolvimento do câncer podem ser alteradas.

Cânceres Específicos e Diferenças de Gênero

A análise detalhada de 36 tipos de câncer revelou que quase metade dos casos preveníveis se concentram em três tipos específicos: câncer de pulmão, câncer de estômago e câncer de colo de útero. As proporções de casos evitáveis também variam significativamente entre os sexos. Enquanto para as mulheres quase 30% dos casos são evitáveis, para os homens esse número ultrapassa os 45%. O tabagismo é o principal fator entre homens em muitas regiões, mas infecções como HPV, Hepatite B e C se destacam como a principal causa evitável em mulheres, especialmente em países de baixa e média renda.

Prevenção: Um Caminho para Políticas Públicas

A OMS enfatiza que, embora decisões individuais sobre hábitos como fumar e beber sejam cruciais, muitos fatores de risco, como a circulação de vírus ou a poluição ambiental, exigem ações coletivas e políticas públicas. O estudo visa fornecer dados regionais robustos para embasar estratégias de prevenção, incluindo campanhas de vacinação, controle da poluição e regulamentação de ambientes de trabalho. “Examinando padrões entre países e grupos populacionais, nós podemos fornecer aos governos e indivíduos informações mais específicas para ajudar a prevenir muitos casos de câncer antes que eles comecem”, afirma André Ilbawi, autor do estudo.

Fonte: super.abril.com.br

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