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Presidente do INSS defende gestão em depoimento e cita Banco Master como primeiro a ser notificado sobre irregularidades

Presidente do INSS defende gestão em depoimento e cita Banco Master como primeiro a ser notificado sobre irregularidades

Em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPMI) do INSS, o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social, Gilberto Waller Júnior, negou veementemente que sua gestão esteja sofrendo boicotes e defendeu as ações do governo para combater um esquema de fraudes que teria movimentado bilhões de reais.

Servidora com vínculo com ex-presidente teve exoneração negada

Durante a oitiva, que se estendeu por mais de sete horas, Waller Júnior confirmou que o pedido de exoneração da diretora de Tecnologia da Informação, Léa Bressy Amorim, foi negado pelo ministro Wolney Queiroz. Segundo o presidente do INSS, a decisão de buscar a mudança na diretoria se deu pela necessidade técnica em uma área considerada sensível para a autarquia, e não por motivações políticas ou por proximidade da servidora com o ex-presidente Alessandro Stefanutto.

Acordo com aposentados e pensionistas é defendido

O presidente do INSS também utilizou a tribuna para defender o acordo proposto pelo governo para ressarcir aposentados e pensionistas lesados pelas fraudes. Ele explicou que a orientação do Planalto foi priorizar o pagamento aos beneficiários e buscar a recuperação dos valores junto aos responsáveis pelas fraudes. Waller Júnior ressaltou que os recursos para o pagamento não saíram do orçamento do INSS, mas sim de um crédito extraordinário autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), garantindo que os segurados não fossem duplamente prejudicados.

INSS foi o primeiro a tomar medidas contra o Banco Master

Um dos pontos centrais do depoimento foi a atuação do INSS em relação ao Banco Master, alvo de investigação da Polícia Federal por supostas fraudes bilionárias. Gilberto Waller Júnior afirmou com veemência que o INSS foi a primeira instituição a tomar medidas contra a instituição financeira. Ele detalhou que o acordo de cooperação vigente desde 2020 foi interrompido em setembro, e em outubro o INSS notificou o banco, sem assinar o termo de compromisso para sua renovação. “O INSS, antes de ser avisado sobre qualquer situação do Master, foi o primeiro a ligar o alerta”, declarou. A decisão de não renovar a cooperação técnica se deu pelo elevado número de reclamações de segurados, indicando que “algo estava errado” com a atuação do banco na concessão de empréstimos consignados. O Banco Central decretou a liquidação do Banco Master em novembro do ano passado.

Fonte: www.cnnbrasil.com.br

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