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Antes dos Games: 5 Produtos Inusitados da Nintendo que Você Provavelmente Não Conhece

Antes dos Games: 5 Produtos Inusitados da Nintendo que Você Provavelmente Não Conhece

Da fundação em 1889 até a era dos videogames, a gigante japonesa explorou desde baralhos a brinquedos eletrônicos curiosos.

Poucos se dão conta, mas a Nintendo, fundada em 1889, é uma empresa centenária. Antes de se tornar sinônimo de videogames, a companhia japonesa teve uma trajetória surpreendente, passando pela fabricação de baralhos e, posteriormente, arriscando em produtos bastante inusitados. Foi somente em 1979 que a Nintendo entrou oficialmente no ramo dos arcades com o jogo Sheriff, seguido pelo seu primeiro console portátil, o Game & Watch, no ano seguinte. Mas o que a empresa produzia nesse longo intervalo?

O Início: De Baralhos a Brinquedos

As primeiras décadas da Nintendo foram dedicadas à produção e venda de conjuntos de cartas para jogos, os famosos hanafuda. Somente no final da década de 1960, a empresa começou a diversificar seu portfólio, explorando o mercado de brinquedos tradicionais. Essa fase de expansão marcou o lançamento de alguns itens que fogem completamente do imaginário popular associado à marca hoje.

1. O “Love Tester” (1969): Medindo a Condutividade do Amor

Um dos primeiros produtos eletrônicos da Nintendo foi o “Love Tester”. Este dispositivo peculiar media a “condutividade do amor” entre casais. Funcionava com um medidor e dois fios com peças metálicas. Ao segurarem as peças e as mãos do parceiro, o aparelho indicava um nível de “amor” entre 0 e 100, provavelmente apenas aferindo a resistência elétrica entre os usuários. Na época, era uma forma curiosa de justificar o contato físico em uma sociedade mais conservadora.

2. O Desastroso Carrinho de Bebê “Mamaberica” (1970)

Tentando inovar no mercado de produtos para recém-nascidos, a Nintendo lançou o carrinho de bebê “Mamaberica”. Seu grande diferencial era ser dobrável, uma novidade para a época. No entanto, o produto, cujo nome era uma junção de “mama baby car”, apresentava problemas de segurança. Relatos indicam que ele prendia dedos e podia se redobrar sozinho, não obtendo sucesso comercial.

3. As “Armas de Luz” (Kôsenjû, 1970-1976)

A febre por brinquedos com componentes fotossensíveis inspirou a Nintendo a lançar a linha Kôsenjû. Essa série incluía quatro “armas de luz” – duas pistolas e dois rifles – que disparavam um raio de luz para atingir alvos equipados com sensores receptores. Alvos como uma garrafa que se partia, um leão de brinquedo que rugia ou uma roleta que girava ao ser atingido eram vendidos separadamente, proporcionando uma experiência interativa similar à dos controles remotos atuais.

4. O Telefone de Luz (1971) e o Ele-Conga (1972)

Em 1971, a Nintendo apresentou o “Telefone de Luz”, um par de dispositivos que, apesar do nome, pareciam câmeras de vídeo. Eles convertiam ondas sonoras em luz para transmissão, funcionando de forma similar a um walkie-talkie sem rádio. Com um preço elevado na época (equivalente a cerca de R$ 1.200 hoje), era mais uma bugiganga para adultos curiosos do que um brinquedo acessível. Já o “Nintendo Ele-Conga”, lançado em 1972, imitava um tambor, mas possuía botões no topo que reproduziam sons de percussão. Podia ser conectado a amplificadores e contava com um acessório “Autoplayer” para reproduzir ritmos pré-programados com o auxílio de discos plásticos.

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